A taxa de desocupação recuou para 5,2% no terceiro trimestre, consolidando a menor marca já registrada para este período específico desde o ano de 2012. O índice apresentou retração em relação ao patamar anterior e também na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo as informações divulgadas pela Agência Brasil.
Os dados oficiais mostram que o contingente de pessoas sem trabalho diminuiu de forma expressiva, refletindo uma movimentação positiva no mercado de trabalho e na absorção de mão de obra. A população desocupada teve reduções tanto na margem trimestral quanto no confronto anual.
Avanço histórico da população ocupada
O total de pessoas trabalhando no país atingiu um patamar recorde da série histórica, impulsionado por altas sucessivas na comparação trimestral e anual. Esse avanço demonstra uma expansão na capacidade de geração de vagas e na atividade econômica geral.
O nível da ocupação, que mede o percentual de indivíduos aptos a trabalhar que estão efetivamente exercendo alguma atividade, também alcançou o seu ponto mais alto. A proporção manteve trajetória de alta frente aos meses anteriores.
Dinâmica da informalidade e variações
O levantamento estatístico detalhou o comportamento do mercado em relação às formas de contratação e vínculos empregatícios. A taxa de informalidade apresentou oscilações modestas na leitura trimestral e anual, mantendo milhões de trabalhadores nessa condição.
- População ocupada recorde
- Retração no total de desocupados
- Estabilidade relativa na informalidade
Rendimento e massa salarial em alta
O rendimento médio real habitual obtido pelos trabalhadores de todas as atividades manteve-se estável no trimestre, mas registrou crescimento no acumulado de um ano. Esse comportamento contribuiu para a expansão da massa de rendimento real habitual, que alcançou o maior volume da série histórica.













