Na última semana de corrida eleitoral, os postulantes ao Palácio do Planalto intensificaram suas agendas pelo país, priorizando o contato direto com o eleitorado e a exposição de propostas em entrevistas. O dia 28 de setembro foi marcado por uma movimentação intensa de caminhadas, reuniões setoriais e atos públicos em diversas capitais, refletindo a urgência da reta final do pleito.
Mobilização regional e propostas para a saúde
O candidato Luiz Inácio Lula da Silva concentrou suas atividades na região Norte, realizando atos em Belém e Manaus. Durante sua passagem pelo Pará, o petista enfatizou a necessidade de ampliar o acesso da população a exames modernos e consultas com especialistas na rede pública, reforçando o discurso de valorização do sistema de saúde.
Debates econômicos e encontros com o setor produtivo
A pauta econômica dominou as agendas de outros presidenciáveis. Ronaldo Caiado, em caminhada por Goiânia, reiterou sua proposta de limitar o crescimento dos gastos obrigatórios a 50% da expansão do PIB, além de defender um corte de 25% nas despesas discricionárias. Paralelamente, Augusto Cury manteve uma agenda voltada ao setor corporativo, reunindo-se com executivos do Bradesco e representantes da Associação Nacional dos Transportes Rodoviários (ANTF).
Ações de rua e diálogos com o eleitorado
A capital paulista foi o epicentro das atividades de campanha para diversos candidatos. Flávio Bolsonaro realizou uma caminhada no bairro do Brás e visitou o Mercadão, onde defendeu a redução de impostos para empreendedores como saída para o cenário de juros elevados. No mesmo local, Clariana Barão conversou com comerciantes e apoiadores, prometendo a indicação de quatro mulheres para o Supremo Tribunal Federal (STF) caso seja eleita.
Já Samara Martins focou sua agenda em São Paulo com panfletagem na Mooca e um ato pela legalização do aborto na Avenida Paulista. Enquanto isso, Hertz Dias cumpriu agenda em Brasília, onde se encontrou com estudantes da Universidade de Brasília (UnB) para criticar o arcabouço fiscal e defender investimentos massivos na educação pública, conforme detalhado pela Agência Brasil.












