Manaus – O sargento da Polícia Militar do Amazonas (PM-AM), Saimon Macambira Jezini, foi preso sob suspeita de ser o mandante do atentado a tiros que vitimou o cantor de pagode Eduardo de Souza Oliveira, conhecido como “Dubarranco”, e sua filha de apenas 4 anos. O crime ocorreu no dia 9 de agosto, no bairro Parque 10 de Novembro, zona centro-sul da capital amazonense.
Na ocasião, o artista, sua esposa, a filha e outro músico estavam dentro de um veículo parado em um semáforo quando foram surpreendidos por disparos. Dubarranco foi baleado na mão e no braço, enquanto a criança foi atingida no tórax. Ela permanece internada, mas seu estado de saúde é estável.
Durante a operação que levou à prisão do sargento, policiais civis apreenderam mais de 20 armas de fogo, além de dezenas de carregadores e centenas de munições. Jezini foi conduzido ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para prestar depoimento. A motivação do crime ainda não foi oficialmente esclarecida, e as investigações seguem em andamento para esclarecer os detalhes e possíveis conexões.
Outro envolvido, o cabo da PM-AM Jobison de Souza Vieira, já havia sido detido no dia 18 de agosto, acusado de ser o autor dos disparos contra o cantor e sua família. A participação dos dois policiais no atentado é alvo da apuração conduzida pelas autoridades.
Na última terça-feira (30), Dubarranco comunicou oficialmente que deixará de se apresentar em casas de shows. Em declaração aos fãs, o cantor agradeceu pelo apoio e informou que, a partir de agora, suas apresentações acontecerão apenas em eventos organizados por sua própria empresa. Sua música seguirá disponível em plataformas digitais.













