Banco do Brasil fecha contrato de R$ 2,3 bi com Correios por 5 anos

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Para a fatia fora do monopólio, o BB afirma ter checado preços com o mercado. “o que corroborou a compatibilidade dos valores apresentados pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, em relação ao praticado no mercado para objeto similar.”, diz o Banco do Brasil, em documento.

BB sustenta que a contratação é indispensável para manter operações e evitar perdas. “Trata-se de um serviço relevante para o Banco do Brasil S.A., prestado sob tutela de monopólio postal, não existindo a possibilidade de não se contratar, sob pena de gerar prejuízos ao Banco do Brasil S.A. O serviço pretendido é indispensável e a empresa a ser contratada é a única a prestar o serviço demandado em razão do monopólio a ela concedido”, afirma o banco, em documento.

Instituição também aponta limitações de oferta em áreas remotas para serviços que não são monopolizados. “Além disso, para os serviços não abrangidos pelo monopólio, nas localidades remotas e de difícil acesso, na prática, não existem prestadores com capilaridade, abrangência nacional e capacidade operacional equivalentes às da ECT-Correios. Adicionalmente, os preços praticados pela ECT-Correios são definidos por tarifas regulamentadas ou por política comercial padronizada, sem possibilidade de negociação individualizada”, diz o Banco do Brasil.

Como o BB descreve as condições do acordo

Banco afirma que a decisão foi tomada de forma independente e passou por análise técnica e jurídica. O contrato foi formalizado após procedimentos internos, de acordo com a Comunicação sobre Transações entre Partes Relacionadas.

BB diz que o contrato é de adesão e não prevê tratamento diferenciado. “Ressalta-se que o contrato é de adesão e aplicado igualmente a todos os clientes, de modo que o Banco do Brasil se submete às mesmas condições, sem tratamento diferenciado.”, afirma o banco, em documento.

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